lunes, 9 de mayo de 2011

Brasil y los cultivos energéticos

Con este texto correspondiente a un documento emitido por la Associação Mineira de Silvicultura (AMS) una entidad que aglutina distintas empresas que basan su actividad empresarial en base a la silvicultura. Recordemos que Brasil es el mayor productor mundial de madera y que el sector forestal representa el 3,5 % del Producto Interior Bruto de Brasil y tiene más de 5 millones de trabajadores entre empleos directos e indirectos. Brasil por su extensión y por sus características geográficas tiene la mayor extensión de bosques mundial y el conocimiento propio de una industria tan representativa. El consumo mundial de madera brasileña se cifra en un 65 %.
en el texto se habla del gran futuro que tiene Brasil como parte en las renovables vinculadas a la biomasa y a los biocombustibles y cómo no de la fijación de sus bosques a nivel mundial en lo que respecta a CO2. Ásí una hectárea de bosques tiene la capacidad de fijación de 10 toneladas de carbono al año,. Pero, además, se cita la importancia de los cultivos energéticos que alivia el proceso de agotamiento de las especies forestales autóctonas.
Además los cultvos energéticos son mucho más eficientes al uso del agua, ya que por cada litro de agua se generan 2,9 gramos de madera, 1,8 de azúcar, 0,9 de trigo y 0,5 de judias. Además las plantaciones de cultivos energéticos retienen mucha menos agua que las variedades nativas por la altísima frondosidad de sus copas, Además regula mucho mejor el uso del agua absorbiendo más cantidad en época de lluvias que las secas y devuelve nutrientes a su entorno en niveles del 70 %.
Se citan así mismo las extraordinarias condiciones de integración que se da entre la agricultura, la actividad ganadera y la forestal, suponiendo un complemento de rentas a la propia agricultura. Pero se citan como cadencias cierto abandono por parte de los políticos de los cultivos energéticos y financieramente la falta de financiación de este tipo de actividades empresariales. Además se cita como la importante contribución social que aportan los cultivos energéticos a todo el entorno rural brasileño.
En otro artículo colgaremos el texto cuya introducción de su presidente reproducimos en estas líneas.

A Associação Mineira de Silvicultura (AMS) é uma entidade que congrega importantes empresas que têm na base de sua atividade industrial a atividade de silvicultura. Nossas associadas estão posicionadas nos setores de produção de ferro-gusa, ferroligas, siderurgia integrada, celulose, indústria de chapas de madeira e lápis. Vivemos um momento de grande importância no cenário mundial. Vivenciamos uma realidade em que o setor florestal responde por 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e gera mais de cinco milhões de empregos diretos e indiretos, com expressiva representação em nossa balança comercial. Em todo o mundo a madeira utilizada ainda tem, em sua origem, 65% representada por madeira nativa. Por isso, o cenário é de oportunidades e a necessidade da criação de cenários virtuosos estimuladores de investimento no setor é primordial. O Brasil se destaca por suas características naturais tanto no tocante ao clima, quanto ao solo e à extensão territorial, bem como pelo amplo desenvolvimento das técnicas e tecnologias fruto do trabalho árduo e competente dos silvicultores e cientistas nacionais. Além da utilização da madeira plantada para construção civil, produção moveleira de qualidade, essências vegetais, celulose (que produz o papel mais virtuoso em sustentabilidade do mundo) e lápis certificado, existe ainda a inestimável possibilidade de contribuir no tocante à geração de fontes de energias renováveis.
Em nossa história natural passamos sempre por processos que se iniciam na conquista do recurso existente, na total dominação do conhecimento de suas reações, em seus usos e, por fim, no modo de obter tal recurso, ou substituí los eficientemente de forma perpétua. Foi assim desde o domínio do fogo. Só a possibilidade da renovação leva à possibilidade de perpetuação do que quer que seja. Nesse contexto tão produtivo assistimos à eficiência da criatividade, da competência, e porque não dizer, da genialidade do homem. O etanol, o biodiesel, a tecnologia dos motores total flex são exemplos desses grandes feitos. E o patrono de tais conquistas definitivamente é o uso da biomassa, do biocombustível sólido, do carvão vegetal.
Um hectare de floresta plantada consome dez toneladas de carbono da atmosfera por ano, contribuindo para a diminuição da poluição, do aquecimento global e combatendo o efeito estufa, além de produzir quantidade de madeira equivalente a dez hectares de mata nativa. Assim, as plantações de florestas têm cumprido seu papel fundamental de reduzir a pressão sobre as matas nativas. Estudos recentes revelam que a floresta plantada é muito eficiente no aproveitamento da água. Enquanto um litro produz 2,9 gramas de madeira, a mesma quantidade de água produz apenas 1,8 gramas de açúcar, 0,9 gramas de grãos de trigo e 0,5 gramas de grãos de feijão. Ela retém menos água que as matas nativas que têm as copas maiores, permite que a água chegue ao solo mais rapidamente por ter menos folhagem, que também diminui a evaporação para a atmosfera. Tem uma capacidade de absorver mais água na época das chuvas e menos na época da seca, e suas raízes não ultrapassam dois metros e meio, portanto não chegam aos lençóis freáticos. Quase tudo o que uma floresta plantada retira do solo é devolvido. Após a colheita, cascas, folhas e galhos que detêm 70% de nutrientes da árvore, permanecem no local e incorporam-se ao solo como matéria orgânica, além de contribuir para o controle da erosão.
E as florestas plantadas apresentam ainda excelentes resultados com a adoção da Integração entre Lavoura, Pecuária e Silvicultura (ILPS). Além de ser uma excelente maneira de recuperação de áreas degradadas, o ILPS é um consórcio de reposição de nutrientes que permite às diversas culturas e rebanho envolvidos no processo de alcançar índices de produtividades significativos. Também se caracteriza como um uso mais eficiente e racional do solo, possibilitando melhores condições de renda ao produtor rural que encontra nessa diversificação uma possibilidade real de incremento na viabilidade de seus empreendimentos rurais.
Em que pesem todas essas virtudes, ainda temos um longo caminho a trilhar. O Brasil tem urgência na implementação de políticas públicas no sentido de se perpetuar esse significativo ativo brasileiro que é a produção de florestas. No Congresso Nacional, projetos de leis modernos como o que reconhecem o cultivo de árvores como atividade agrícola, com todos os mecanismos e conceitos inerentes a essa realidade, convivem com outros que visam a limitar o plantio de forma a levá-lo a sua inviabilização. A ausência de fontes de financiamento adequada às necessidades da atividade restringe sua necessária expansão. Contribui com esse fato o excessivo ônus fiscal e um processo de licenciamento cartorário e ineficaz.
Trata o presente trabalho de uma singela apresentação que demonstra um pouco do extenso e importante trabalho social patrocinado por nossas associadas, bem como alguns dados que caracterizam a posição macro do setor. Os ganhos sociais gerados pela atividade de silvicultura talvez sejam uma de suas maiores virtudes pela renda gerada para o País, pelos empregos criados, por ser uma alternativa aos já tão sacrificados produtores rurais e, sobretudo, por ser a única forma sustentável de atender a demanda humana por madeira e seus derivados.
Esperamos que este trabalho alcance seu objetivo de colaborar com o estímulo a expansão dessa atividade tão importante quanto urgente para a nossa sociedade.
Boa leitura.
Bernardo de Vasconcellos
Presidente da Associação Mineira de Silvicultura

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